sábado, 24 de abril de 2010

Alô, alô, marciano
Aqui quem fala é da Terra
Pra variar estamos em guerra
Você não imagina a loucura
O ser humano ta na maior fissura porque
cada vez mais down o high society

Down, down, down
O high society

Alô, alô, marciano
A crise tá virando zona
Cada um por si todo mundo na lona
E lá se foi a mordomia
Tem muito rei aí pedindo alforria porque
Tá cada vez mais down o high society

Down, down, down
O high society

Alô, alô, marciano
A coisa tá ficando russa
Muit
a patrulha, muita bagunça
O muro começou a pichar
Tem sempre um aiatolá pra atola Alá
Tá cada vez mais d
own o high society

Down, down, down
O high s
ociety

Alô, alô, marciano
Aqui quem fala é da Terra
Pra variar estamos em guerra
Você não imagina a loucura
O ser humano ta na maior fissura porque
Tá cada vez mais down o high society

Down, down, down
O high society

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Eles gastam muito

Com um apetite consumista maior que
o da média da
população, o jovem brasileiro
sabe onde quer gastar e ainda influencia as
compras da família

São adolescentes, mas pode chamá-los de maquininhas de consumo. Um estudo realizado com garotas e rapazes de nove países mostra que no Brasil sete em cada dez jovens afirmam gostar de fazer compras. Desse grupo de brasileiros, quatro foram ainda mais longe – disseram ter grande interesse pelo assunto. O resultado da pesquisa, que tomou como base um trabalho da Organização das Nações Unidas (ONU) chamado Is the Future Yours? (O Futuro É Seu?), foi significativo: os brasileiros ficaram em primeiríssimo lugar no ranking desse quesito, deixando para trás franceses, japoneses, argentinos, australianos, italianos, indianos, americanos e mexicanos. Ou seja, vai gostar de consumir assim lá no shopping center.


Pedro Rubens


E não precisa nem mandar, porque a turma vai mesmo. Outra pesquisa, feita pelo Instituto Ipsos-Marplan, constatou que 37% dos jovens fazem compras em shoppings, contra 33% dos adultos. Nem sempre os mais novos adquirem produtos mais caros, mas, proporcionalmente, têm maior afinidade com as vitrines. A lista de vantagens dos adolescentes sobre outros públicos é de tirar o fôlego: eles vão mais vezes ao cinema, viajam com maior freqüência, compram mais tênis, gostam mais de roupas de grife – mais caras que as similares sem marca famosa –, consomem mais produtos diet, têm mais computadores, assistem a mais DVDs e vídeos e, só para terminar, são mais vorazes na hora de abocanhar balas, chicletes e lanches. Não é à toa que a falência antes do fim do mês é maior entre os jovens: invariavelmente atinge quase a metade deles, que estoura a mesada ou o salário.

O poder dos adolescentes sobre o mercado vai mais longe ainda, mesmo que eles não dêem a mínima para abstrações como "mercado". Costumam, por exemplo, aparecer com mais assiduidade no balcão. Pessoas com menos de 25 anos trocam de aparelho celular uma vez por ano (as mais velhas, a cada dois anos). Em relação às bicicletas, só para citar mais um exemplo, a situação é semelhante. Os adolescentes não são os maiores compradores do setor, mas aposentam uma bike a cada quatro anos. Os mais velhos só mudam de selim de sete em sete anos. Diante de tantas evidências, não causa surpresa que o gasto médio das famílias brasileiras seja maior nas casas em que moram adolescentes de 13 a 17 anos. Nesses domínios, a lista dos cinco produtos mais consumidos traz, em primeiro lugar, o leite longa vida. Depois vêm os refrigerantes. Nos lares com jovens entre 18 e 24 anos, a hierarquia é surpreendente. O refrigerante lidera o ranking, seguido por leite, óleo vegetal, cerveja e café torrado – o que explica o fato de a Coca-Cola ter no Brasil seu terceiro maior mercado em todo o mundo.

O poder de consumo dos jovens é um filão que anima vários setores da economia. Há em curso uma corrida para conquistar o coração dessa rapaziada (e o bolso dos pais). As grandes marcas desenvolvem estratégias milionárias para tornar esse público fiel desde já. A maior parte do que se produz no mercado publicitário, que movimenta 13 bilhões de reais por ano, tem como alvo a parcela de 28 milhões de brasileiros com idade entre 15 e 22 anos. É esse grupo que fornece boa parte do ideário da propaganda, enchendo os anúncios com mensagens de liberdade e desprendimento. Mostra-se extraordinária também a influência que essa molecada exerce sobre as compras da família. Oito em cada dez aparelhos de som só saem das lojas a partir do aval da ala jovem do lar. A fabricante de eletrodomésticos Arno não faz nada sem pensar nos mais novos, pois, na comum ausência das mamães trabalhadoras, é a garotada quem usa espremedores de fruta, tostadores de pão, sanduicheiras e liquidificadores. "Hoje, vendemos tanto para os filhos como para as donas-de-casa", conta Mauro de Almeida, gerente de comunicação da Arno, que mantém duas escolinhas de gourmet para cativar consumidores desde a pré-adolescência.

Essa influência é exercida já em tenra idade. Nos dias de hoje, um indivíduo é considerado consumidor aos 6 anos. Nesse momento as crianças começam a ser ouvidas na hora de tirar um produto das prateleiras do supermercado. Para cada dez crianças de até 13 anos, sete pedem itens específicos às mães. O poder jovem também se nota na hora de esvaziar o carrinho no caixa. Um quarto do que é registrado foi pedido pela garotada. "Nós educamos as crianças e os jovens para que tenham autonomia, opinião, poder de decisão. Pois é, eles aprenderam e decidem o que comprar por nós", ironiza Rita Almeida, especialista em tendências e hábitos de consumo de adolescentes da agência de propaganda AlmapBBDO.

Melissa apresenta Esther a amigos e jornalistas Blog Melissa – O Blog Oficial da Melissa Blog Melissa – O Blog Oficial da Melissa



A Melissa completa 30 anos de história este ano, e aproveitamos para fazer uma viagem na memória de nossas melissamaníacas. Com tanto tempo de existência, é comum ouvir as pessoas dizerem que usam Melissa desde sempre. Imagina então quantas histórias?

Cazé Peçanha,VJ da MTV, esteve nesta terça-feira no lounge Melissa, acompanhado de seus filhos. Ele nos contou suas memórias envolvendo a marca e aproveitou para deixar um recado em alto e bom tom: Melissa para homens, já!

Saímos também pelos corredores do SPFW, perguntando qual o momento mais especial que as pessoas já passaram com Melissa. Tem desde colecionadores a gente que já chorou para ganhar uma!

Confira as lembranças e o protesto de Cazé no vídeo, e as respostas da galera na galeria.


sexta-feira, 16 de abril de 2010

Profissão que eu tanto amo...e um dia seguirei!!! FOTOS: BenJamim









Fotos: BeNjaMiM


Fanarts da Lady Gaga!

Hello hello, babies!!!! ;D

Hoje trago fanarts, que pra quem não tá ligado são artes inspiradas em personagens de outros artistas. Ex: vc desenhar a sua versão da Pequena Sereia, com o teu estilo e tal.

E aqui vão alguns fanarts que com certeza deixariam a Lady Gaga muito orgulhosa!!!! :)

arte de Makofufu

arte de Yamino

arte de Hamlet Machine

arte de Kotorik

arte de Pretty Tough Chic

arte de nhika enigami

arte de Quite Lovely

arte de Drachea Rannak

arte de Rachitick

arte de LingxChan

arte de Kristen

arte de Starliz

arte de Turky Wang

Arte de Yusoshi Sano

Barbies de Lu Weikang

domingo, 11 de abril de 2010

Perspectiva forçada

Perspectiva forçada é uma técnica que emprega a ilusão de ótica para fazer um objeto parecer mais longe, mais perto, maior ou menor do que realmente é. É usada principalmente em fotografia, produção de filmes e arquitetura. Ela manipula a percepção visual humana através do uso de objetos em escala e a correlação entre eles e do ponto de vista do espectador ou câmera. Aqui estão alguns dos melhores, engraçados exemplos amadores:















10 lugares que você não deve conhecerEssa não é uma lista de destinos imperdíveis e sim daqueles que devem ser evitados. Talvez algum leitor tenha a e

Essa não é uma lista de destinos imperdíveis e sim daqueles que devem ser evitados. Talvez algum leitor tenha a estranha mania de conhecer lugares bizarros, mas estes destinos estão além do bizarro. Confira 10 lugares que você não deve conhecer antes de morrer:

10. Grande faixa de lixo do Pacífico


É uma grande lixeira flutuante no meio do oceano Pacífico. Sua área é maior do que a do estado do Texas, nos EUA – embora não tenhamos uma área exata (porque, além de ser flutuante e estar sobre o mar, seu tamanho aumenta todos os dias e grande parte de seu conteúdo está sob a superfície ). As atrações turísticas são uma enorme quantidade de plásticos, lodo químico e outras nojeiras que ficam acumuladas no lugar por causa das correntes marítimas.


9. Ilhas Izu


Localizadas no Japão, as ilhas Izu são um grupo de ilhas vulcânicas formadas de duas cidades e seis vilas. Como são vulcânicas, normalmente as ilhas são impregnadas com o cheiro de enxofre (que, nessa quantidade, fica extremamente parecido com o cheiro do pum do seu irmãozinho – só que aumentado em umas mil vezes). Recentemente, em 2000, os residentes das ilhas foram evacuados por perigo de erupções, mas retornaram alguns anos depois.


8. A porta do Inferno


Enquanto cavavam no Turcomenistão, geólogos encontraram, acidentalmente, uma caverna cheia de gás natural – isso em 1971. Com medo de um acidente de vazamento de gás, os cientistas colocaram fogo na caverna, esperando que isso fizesse com que o gás sumisse. O problema é que a caverna vem queimando desde então.


7. Os jardins venenosos


Localizado na Inglaterra, o Alnwick Poison Garden possui apenas plantas venenosas que podem matar. Ele conta com variedades comuns, que crescem em nossos jardins, até os tipos mais raros de plantas venenosas. Entre elas estão beladona, tabaco e mandrágora – e, atrás das barras, por razões óbvias, são encontrados maconha e coca.


6. Mina de Asbestos


Lá são encontrados minerais como o silício, que são muito valiosos, mas que causam câncer. Minas desse tipo são tão perigosas que foram proibidas na Europa. Mas, para aqueles curiosos (e corajosos) o suficiente, ainda há esse tipo de mina, como no Canadá.


5. Ilha Ramree


A ilha é, basicamente, um enorme pântano de água salgada, localizada em Burma, com habitantes nada simpáticos – os crocodilos de água salgada, os mais perigosos do mundo. Também é o lar de mosquitos da malária (e da própria malária) e de escorpiões venenosos. Durante a Segunda Guerra Mundial, a ilha foi palco de uma batalha. Dos mil soldados japoneses que entraram no pântano apenas 20 saíram com vida – e tudo isso por causa dos crocodilos e da malária.


4. Estrada de Yungas


Também conhecida como “o caminho da morte”, ela fica na Bolívia, a 69 km de La Paz. Ela é conhecida por ser extremamente perigosa e aproximadamente 300 pessoas morrem nela todos os anos. Para dar um ar ainda mais macabro à estrada, cruzes onde aconteceram acidentes fatais estão espalhados por sua extensão. Digamos que se seu carro ficar desgovernado e você cair para fora da estrada, a queda não será pequena – no mínimo o tombo será de 600 metros.


3. Vulcões de lama do Arzebaijão


Em 2001 a atividade vulcânica no mar Cáspio criou uma ilha completamente nova. Mas o Arzebaijão, que possui uma costa banhada por esse mar, não possui um vulcão sequer – não, pelo menos, no sentido comum da palavra. Lá existem os vulcões de lama (centenas deles), que não são perigosos na maior parte do tempo. A cada 20 anos, em média, um deles explode com uma força incomum e atira chamas para todos os lados e centenas de metros para cima. Em uma erupção as chamas podiam ser vistas a 15 km de distância do vulcão. Pelo visto nem sempre os banhos de lama são muito saudáveis.


2. A zona da alienação


Localizada na Europa Oriental, a zona da alienação é um raio de 30 km traçado ao redor da área afetada pelo desastre de Chernobyl. Milhares de residentes, na época, recusaram-se a ir embora ou então voltaram para a área posteriormente. Essas pessoas foram morrendo progressivamente e agora restam apenas cerca de 400 pessoas morando na região.


1. Ilha da Queimada Grande


Esse é um destino nacional. A ilha fica no sul de São Paulo e é praticamente intocada pelos humanos – por ótimas razões, diga-se de passagem. Cientistas acreditam que lá vivam cerca de cinco cobras por metro quadrado. Se as cobras nativas não fossem venenosas o cenário não seria tão ruim, mas as habitantes são as Víboras Pit, responsáveis por 90% das mortes por mordida de cobra no país. O lugar é tão perigoso que você precisa de uma permissão do governo para visitar.